"O senhor poderia me dizer qual caminho devo tomar para sair daqui? Para onde você quer ir?, respondeu o Gato.
Não me importo muito para onde..., retrucou Alice.
Então não importa o caminho que você escolha... "Mas eu não quero ficar entre gente maluca, Alice retrucou. Oh, você não tem saída, disse o Gato, Eu sou louco. Você é louca. Como você sabe que eu sou louca?, perguntou Alice. Você deve ser,ou então não teria vindo para cá."
Entendeu ou quer que eu desenhe? Miau...
Ah, o verão... Corpos ardendo Cerveja gelada Bate papo até tarde Picolé Decotes Pés desnudos Biquíni Areia Sal Ah, o verão... Melancia Acidez Pôr do sol à noite Cores Bronze Chinelos Azul Ah, o verão... Sons Tons Rock Samba Soul Dançar até de manhã Ah, o verão... E seus primeiros acordes. Pra gente acordar E cair num sonho bom
Há quatro meses conheci o Mr Little. Na dança. Com doses e doses na mente. Não tinha em mente nada além dos amassos impublicáveis naquela parede negra. Mas Mr. Little ligou. E veio. Sem muito a oferecer. Mas a oferta se multiplicou. E foi ficando. E foi bom.
Mr Little nasceu quando eu já havia parado de brincar de bonecas. Zilênios... isso já não importa muito. Eduardo e Mônica já haviam sido perpetuados por RR. E, no meu caso em particular, a Mônica sempre existiu dentro de mim. Com o novo Eduardo tive gdes noites, boas risadas, honrosos gozos que só melhoraram com o tempo.
Mas Mr Little decidiu dar uma sumida. Um hiato breve. Não sou de abreviar pausas. Ele querendo silêncio. Eu querendo rock. Eu querendo um. Ele querendo... o que ele queria?
E ele voltou. No ringtone. Mas aí eu queria silêncio. Mr. Little queria qualquer som, DJ! Eu mantive minha introspeção. Mas meu ringtone tb tocou por lá... No dia seguinte
E voltamos a conjugar o mesmo ritmo. E dessa vez foi ainda melhor. Não sou mt de falar obviedades. De tecer rosário. Mas tem o pronto, falei de sempre. Mr Little não gosta de falar. Nada. Mas ouviu minha retórica de que aquilo deveria ser leve como a brisa. Sem neurose. Coisa que já tenho em estoque.
Concordamos que aquilo, seja lá o que aquilo fosse, era mt bom e nos servia. Foi ficando mais e mais. E foi bom. Até que pisou na bola.
Mr. Little pisou. Não tão feio. Não matou. Não roubou. Bateu. Mas levou.
E aí, sumi. Me corroí. Pq sou de assumir. Não de não existir. Mr. Little, por sua vez, aproveitou o hiato. Mesmo tendo ele feito a merdalhada, dei-lhe a chance de não ser privado da minha cia.
E ele volou. Foi ficando. E ficando. E agora estava muito bom. Quase perfeito. Não fosse pelo insistente esquivar-se de Mr Little.
Muitos me disseram : ´´ Ele não sabe lidar com uma mulher... vc é um mulherão... dez anos mais velha... Ele não é homem ainda...´´
Considerei. Acredite. Tb acho isso td. Mas tb acho bobagem isso td. Nunca me imaginei namorando Mr. Little. Mas aí começaram uns planos...
Não unilaterais. Juro. Mr. Little, um dia, meio chapadinho me chamou pra viajar até uma cidade praiana. Não me empolguei. Ele insistiu. Sumiu e desistiu. Me incomodou, mas achei que realmente era cedo demais, rápido demais. Um dia, meio chapadinho, Mr. Little me chamou pra ir à Europa. Não me empolguei. Ele insistiu. Não acreditei. Ele renovou o passaporte. Não sumiu. E, a príncípio, não desistiu.
Aí, claro, comecei a fantasiar viagem, casinha, familhinha, vidinha com Mr. Little. Estava tranquila, feliz. Estávamos nos vendo duas a tres vezes por semana. Falando todo dia via essemeeesse (ô ódio dessa invenção!). O que eu poderia achar?
Claro! Estávamos entrando no mesmo eixo. na mesma estrada. Tomando o mesmo caminho. Rumo aquela plaquinha lá no fim onde lê-se: namoro. Qual não foi meu engano...
Eis que no fim da semana passada descubro que Mr. Little está saindo com outra tb. Descubro não. Mr Little num momento de mais pura sinceridade cortante, no meio de uma noite incrível, me conta entre beijos e amassos. Não. Eu perguntei. Fui lá e enquadrei o meliante: Tá saindo com alguém além de mim?
Mr Little fez uma cara de quem tinha cagado nas próprias calças. E eu com cara de fodeu! Civilizadamente conversamos e Mr. Little dssse que estava claro pra ele que esta é uma relação aberta. O que no frigir dos ovos significa: e se dé mole eu pego mermo.
Mas no caso, até preferia que fosse poligamia. Mas neste caso é só bigamisa. Mr. Little saiu duas vzs com uma moça em questão. Não faço ideia de quem é a oponente. Pq neste caso o único oponente é o próprio Mr Little.
Ele me diz: adoro o que temos. Gosta da sua cia. Não sei o que vou querer amanhã, depois de amanhã, depois do depois do ano que vem, mas não quero me prender a ninguém agora. Nem a mim e nem a outra moça em questão.
Típico.
Recolho minha dignidade, mas meio chapadinha, terminamos a noite juntos após muita conversa civilizada pq tenho berço e orgulho apesar da cara de Winehouse que acordei.
Mr. Little teve um trabalho fora do Rio. Coisa antiga já. Decido dar um tempo pra mim. Afinal, estava eu fantasiando uma vidinha pq eu quero ou pq é o que se apresenta neste momento? Gosto a ponto de ou ela ou eu ou vou levando até meu saco encher?
Obvimanete nao cheguei a uma conclusão conclusiva, tipassim a nível de decisão.
Mas... Não liguei. Não mandei essemeesse (ô ódio dessa invenção!). Fiquei na minha como quem joga xadrez esperando pra comer o bispo.
Mr. Little deu sinal de vida avisando que havia chegado a tal cidade Não respondi. Não tava afim. Seis horas depois fiquei afim. E respondi tranquila, boa sacada, como sempe faço. Sem fofices, no entanto. O que se sucedeu foi Mr. little dando cada passo do que fazia até chegar de volta ao hotel. mandou fotos dos show em que estava, contou cada detalhe, pude perceber que tava querendo me contar as coisas, dividir...
Algumas vzs fui empolgada. Noutras lacônica. Não nos falamos mais. Não quis ligar. Nem me fazer presente. Tive saudade. Senti falta. Mr. Little tb não se pronunciou. Afinal, não quer se prender.... Não sei se chegou ao fim. Se não começou. Se acredito nos velhos conselhos dos meus avós que já se foram, ´´ menina, água mole em pedra dura tanto bate até q fura´´; ´´ se valorize, não ligue pra ele´´, diria minha mãe. ´´Banque a difícil, ele é moleque´´, dizem algumas amigas.
Não sei a quem escutar. Não é a primeira dor de corno do universo. Não será a última. Mr. Little não é único nem tem o privilégio de me detonar. Já fizeram isso antes e mt bem. Tb faço, às vzs, confesso. Melhor q qq pessoa até...
*** Não, Mr Little não tem o... vc sabe... pequeno!
Nunca fomos ao cinema. Não conheço seu cão. Você nunca me viu chorar. Nunca vi você dirigir. Me lembro bem da primeira vez em que não viajamos. Não fomos jantar. Não conheço seus amigos. Você nunca me viu irada. Nunca vi sua letra. Me lembro da primeira vez em que não fomos à praia. Não fomos ao show. Não conheço seus discos. Você nunca me viu triste. Nunca vi você trabalhar. Me lembro da primeira vez em que não passeamos. Não fomos à festa. Não conheço sua família. Você nunca me viu cozinhar. Nunca vi você ler. Me lembro da primeira vez em que não nos vimos. Não fomos dançar. Não conheço seu passado. Você nunca me viu refletir. Nunca vi você relaxar. Me lembro da primeira vez em que não falamos de futuro. Nunca fomos um. Não conheço seu presente. Você nunca me viu ao seu lado. Nunva vi você querer. Me lembro da primeira vez em que não fomos nada. Só não me lembro de ter querido ser dois. Um em cada canto. Você sem você. Eu sem você. Nós sem uma primeira vez.
* Não sei quem é o casal, mas adorei a primeira vez que vi.
Escrevi isso em setembro de 2006. E tal qual a moda que vive volando, isso se aplica bem ao momento.
Feitos um para o outro Tarde de Harry e Sally. E toda vez choro horrores. Choro pensando nas oportunidades perdidas, nos radicalismos sem sustentação racional. Choro porque todo mundo merece um amor impossível só pra sentir que tá vivo. Choro de inveja de Sally. Choro pq , no fundo, queria um Harry - ainda que chato e a cara do Billy Cristal - correndo atrás de mim até o Empire State. E tem essa coisa, né? De todo mundo se beijar à meia noite ... Deve ser uma alusão aos contos de fada, um boa noite cinderela sem qq efeito lisérgico. O fato é que a gente vai vendo como as relações são construidas ao longo da vida. Antes de Harry e Sally estava dando uma olhada em "Separações", do Domingos de Oliveira. Os casais de filmes pseudo-intelectuais nacionais são sempre muito descolados, livres, independentes. E moram no Leblon. Têm grana pra passar uma temporada em Paris, quando voltam estão cheios de projetos culturais e milhões de vinhos na bagagem. E são modernos, sentam-se juntos dos seus ex-pares, como uma grande família italiana. Mas uma coisa ficou na minha cabeça ecoando. Saco, quando essa coisas ecoam é foda porque eu começo a pensar na vida com profundidade. E, sinceramente, tô evitando o máximo esse momento. Mas, enfim, pelo menos uma vez por mês amarro esse bode preto e penso nas grandes questões do mundo e da sobrevivência. Lá pelas tantas o cara diz: "É preciso ser amigo de quem vc amou muito um dia. Porque senão o mundo fica curel demais!".
Fiquei absorta, introjectando essa coisa e me pus a pensar nos homens que eu amei. Amei muito, todos eles. Embora, alguns deles nem acreditem realmente nisso. E descobri que não amei apenas aqueles de relações pré-estabelecidas. Amei cada ser do sexo oposto que passou fugazmente pela minha breve vida. de maneira louca, de maneira sofrida, de maneira divertida. Eu amei. E não foi pouco. E tenho pensado nisso. Porque amor transborda feito leite em peito de mãe iniciante. E quando vc não tem onde colocá-lo ou como eternizá-lo, propagá-lo, é muito ruim. Fica essa coisa entre o estômago e o seio esquerdo. Um nó violento na garganta e vc quer dizer, quer mostrar, quer exibir seu amor. Porque amor é um sentimento tão raro. Todo mundo quer. Ninguém sabe definir direito. Alguém já jurou saber o gosto, outro já apalpou. E amor é tão fácil sentir. Ter é mais difícil, mas não é regra. O amor tá meio aprisionado, eu acho. Falta lucidez pra amar. Falta coragem. Falta tempo. Conheço até quem pense faltar dinheiro pro amor.
Detesto essas reflexões. Porque vou ficando densa e pulo pra etapa dois, quando quero saber o propósito de tudo. Seja do fio de cabelo caído no piso do banheiro, seja entender esse movimento cíclico que é a vida e porque ela não costuma sorrir com simpatia pra geral. E vejo essas bobagens hollywoodianas querendo vender o amor eterno e alcançável, e acredito piamente que ele possa mesmo existir.Sim, ele existe. Quantos de nós já não fez a besteira de se apaixonar perdidamente ao longo do dia? De meter pés pelas mãos? Pegar o celular na madrugada e acordar numa puta ressaca moral no outro dia só por ter discado praquele amor de ontem? São as horas em que o neurônio - a essa altura o único que existe -, é interligado à boca por apenas um microfio transparente e fraco. Então a mente não registra regras, e lá vai o tal neurônio detonando todo o seu discurso, suas idéias pré-fabricadas. Deveria haver um meio termo. Uma forma de equilíbrio. Harry e Sally me fazem pensar nisso toda vez que os vejo na tela. Pq é um casal tão improvável que vc passa a achar que ganhar na megasena é um simples exercício de pragmatismo. Os caras levam 12 anos pra se acertar.12!!!Entre idas e vindas.Destino? Paciência? Falta de Sorte? Será mesmo que existe em algum canto do planeta uma pessoa destinada a nós? Será que já não passou por aqui feito cometa e simplesmente se foi? Tá vendo, tô fazendo de novo. Merda! Lá vou eu filosofar tal qual leitor de orelha de livro. Saco! É esse tal de amor. Reprimido aqui dentro. Louco pra sair por aí em noites de tempestade. O chato dessa história é saber que se tem tanto a oferecer pra tão pouca gente que merece.
Certamente, existe alguém por aí merecedor desse transbordamento. Dessa cheia de amor que acontece em algumas estações do ano! É a primavera chegando! E bem que ela podia trazer um primo tb...
"O Homem Lúcido sabe que a vida é uma carga tamanha de acontecimentos e emoções que ele nunca se entusiasma com ela. Assim como ele nunca tem memórias. O Homem Lúcido sabe que o viver e o morrer são o mesmo em matéria de valor posto que a vida contém tantos sofrimentos que a sua cessação não pode ser considerada um Mal. O Homem Lúcido sabe que ele é o equilibrista na corda bamba da existência. Ele sabe que por opção ou por acidente é possível cair no abismo a qualquer momento interrompendo a sessão do circo. Pode tembém o Homem Lúcido optar pela vida. Aí então ...Ele esgotará todas as suas possibilidadades. Ele passeará pelo seu campo aberto pelas suas vielas floridas. Ele saberá ver a beleza em tudo! Ele terá amantes, amigos, ideais, urdirá planos e os realizará. Resistirá aos infortúnios e até mesmo às doenças. E se atingido por um desses emissários saberá suportá-lo com coragem e com mansidão. E morrerá, o Homem Lúcido, de causas naturais e em idade avançada cercado pelos seus filhos e pelos seus netos que seguirão a sua magnífica aventura. Pairará então sobre a memória do Homem Lúcido uma aura de bondade. Dir-se a:-Aquele amou muito. Aquele fez muito bem as pessoas!A Justa Lei Máxima da Natureza obriga que a quantidade de acontecimentos maus na vida de um homem se iguale sempre à quantidade de acontecimentos favoráveis. O Homem Lúcido, porém, esse que optou pela vida com o consentimento dos deuses tem o poder magno de alterar essa lei Na sua vida, os acontecimentos favoráveis serão sempre maioria...Porque essa é uma cortesia que a Natureza faz com Os Homens Lúcidos"
*O texto é uma livre tradução, parte de um Tratado sobre a lucidez, que teria sido escrito no séc. VI a.C, na Caldéia – parte sul e mais fértil da Mesopotamia, entre os rios Eufrates e Tigre
Nossa, quanta poeira por aqui... Mas ainda não á na hora de abrir a casa novamente. No máximo, uma espanadinha. Os dias estão breves demais pra verbalizar. Ou ortografar. Então, vamos assim. Dou uma espiadela. E fecho a janela até o sol se pôr novamente.
Eu tô água. De maré cheia. Em noite de lua rasa. Na trilha íngreme. Curva ascendente. De manhã em claro. Em uníssono. De silêncio quebrado por sussurros. De olhos fechados. Coração aberto. Mãos espalmadas. De joelhos. Em posição de prece.
Eu tô fogo. De vela crepitando. No som da madrugada. No ritmo de dois corpos que dançam. Se embaralham. Se emaranham. Se completam. Mãos inquietas. De joelhos. Na posição de pecado.
Eu tô ar. De brisa leve. Ventos esparsos. Em riso de criança. Pipa voando. No azul profundo. Cobalto. Marinho. Turquesa. Mãos amarradas. De joelhos. Na posição de castigo.
Eu tô terra. De solo fértil. Semeada de girassol. Umidificada. Em dois palmos. Regada. Arada. Em ressurgimento. Urgência. Florescendo. Mãos elameadas. De joelhos. Na posição de adorar.
Então é isso. Fim do espetáculo. As cortinas se fecham e voltamos pra coxia a fim de tirar a maquiagem e em dez segundos já somos normais de novo... É, fim de festa. Recolhemos as latas de cerveja vazia, os pratos, os cinzeiros. Empilhamos na pia e dormimos pq amanhã já é dia.
Fim de férias. É sempre meio igual ao beijo que não se deu, é aquele sentimento de pra onde foi a história quando o filme acabou. Mas...
Muita coisa boa aconteceu e não dá mesmo pra colocar neste blog o quanto foi bom ter passado alguns dias no universo paralelo. Sabia que ia ser bom, mas não imaginava nem um terço. Conheci pessoas incríveis, lugares incríveis, bebidas incríveis, paisagens incríveis, comidas incríveis. E o mais incrível é que mesmo em climão de partyeveryday você começa a ver como sua vida pode ser infinitamente mais simples. Férias pra mim sempre tiveram a conotação de raio-x. É aquele momento que tiro pra mim, mesmo cercada de gente e passo a definir mudanças. Na penúltima, troquei de emprego. Na última, decidi que não faria mais concessões a quem só vive a vida a reclamar. Nesta, porém, resolvi que a pessoa mais importante desse meu mundo sou eu mesma e que daqui pra frente só entra no meu mundo quem for mesmo muito especial.
Esta férias, além de um bronzeado invejável, me trouxeram paz, mas um certo desassossego na alma. Quantas coisas precisam ser modificadas. Já. Mais do que isso: me trouxeram a plena certeza de que amizades são como aquele chocolate que guardamos no armário para os momentos mais amargos. Amizade após os 30 têm uma pegada diferente, pq a gente já não experimenta máscaras pras fraquezas. Elas são jogadas na mesa, junto com a conversa fiada e a caipirinha. Sorrimos, choramos, dizemos coisas duras, com certa franqueza mas aquele sorriso de quem acolhe.
Minhas férias foram em trio. Um trio até certo tempo atrás meio improvável por sermos pessoas tão diferentes. Mas olhar de fora o que formamos me enche de alegria e a tal da paz. Em saber que as experiências ali trocadas vão nos acompanhar pelo resto da vida, mesmo que nossas férias nunca mais rolem juntas. Terá sempre aquele código que a gente cria na hora, frases, músicas, olhares.
Cumplicidade...
* Depois posto musiquinha e vídeo e foto e... êeee
Alice tem idéias. Mil amigos.
Alice tem pelo menos cinco gargalhadas diferentes.
Gosta de estar rodeada.
Gosta de mostrar seu mundo particular cheio de frases impublicáveis.
Alice é uma incógnita. Um enigma.
No fundo, Alice é como outra menina qualquer atrás de seu gato.
O gato de Alice.
Alice chora. Esperneia. Se despenteia.
Alice não dorme.
Dança pelo salão. É perdulária. Sedenta.
Alice nega. Alice confessa.
Alice ama. Alice odeia.
Alice vive.
Em seu maravilhoso e fantástico mundo...