segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Críptico

Não entenda
Se renda
Ou me prenda
Na fenda
da renda
Sem emenda
Sem legenda
Não se venda
na tenda
Acenda
Ascenda
Sem venda
Mas entenda
E não se ofenda
Nem tudo é uma lenda

10 comentários:

divarosachoque disse...

Adorei o jogo de palavras, gosto mto de fazer isso qdo escrevo, dá som e dá cara de trava-língua. Muito bom!

Anna O.
Divã Rosa Choque

Dri disse...

Só pra me atualizar... Adorei o post do Mané.... Hahahah. Sabe, eu também gostava dos manés... Dos divertidos e populares. Não necessariamente bonitos... Hahahaha
Bezo!

Homem do Cafezinho disse...

Alice querida, que ótima postagem....quase uma aliteração, uma elegia. Da próxima vez em que precisar de rimas para meus sonetos lhe procurarei....

Você provavelmente já sabe da nova série do HBO, não?!? Ela tem seu nome e, aparentemente, será interessante. Pelo menos é uma superprodução nacional como há muito não se via.(marketing não patrocinado, juro)

Alice ainda mora aqui disse...

Nossa, tu escreves sonetos????
Aliteração?
Elegia?
Nem tenho roupa pra falar isso.

Sei sobre a Alice sim. Entrevistei a protagonista e me parece que realmente será mt legal.

besos

marcella disse...

ah, fofo
amei!
beijos

Lisa disse...

barbaro teu texto.
entrevistou a protagonista?

dri disse...

nem tudo é lenda. Mas tem que ter ousadia, vontade pra descobir isso.
se renda
que me rendo
na renda.
imagino.

lindoooo

Homem do Cafezinho disse...

Alice, passa lá no blog que hoje tem homenagem para você.....

Homem do Cafezinho disse...

Alice, fique à vontade....

Use, abuse, reuse e use mais um pouco...afinal de contas ele é todo seu!!!

Carla. disse...

AMOR E UM POUCO DE SACANAGEM.

www.amoreumpoucodesacanagem.blogspot.com

Três. Sempre nós, sempre junto. Nossa vida, justiça seja feita, não é real... é surreal. E embora o roteirista responsável pelo nosso caminho seja o mais criativo, competente e surpreendente dos profissionais, a gente se arrisca. A inventar um mundo paralelo, uma história que junte todas as nossas, uma protagonista que seja tudo que somos e quem sabe, seja o que buscamos ser.

Essa história é construída a seis mãos. E é o único tema que não debatemos nos nossos encontros diários: tem que ser surpresa. Uma não pode dar nenhum tipo de palpite na parte da outra, e a responsável pela continuação só tem acesso ao post quando ele é publicado. E aí pronto, tem que se virar.

Você, leitor, que quer saber onde é que essa confusão vai dar, entenda: nem a gente sabe. Mas se acomode aí nessa cadeira e vem descobrir. A única certeza que temos é a de que vai sempre valer a pena.